A medida em que os degraus são galgados, as falsas ilusões irão dando lugar a um mundo de verdades absolutas e o neófito, agora consciente das responsabilidades, vai se tornando uma referência para o seu entorno. No entanto testes, provas, méritos são exigidos e é um caminho sem retorno.
Finalmente ao atingir o ápice da montanha sagrada será considerado um ser em seu estado original, com a sabedoria aflorada e consciente do seu plano terreno e seus compromissos com o seu eu divino/humano e irmanado, conectado com os seres de luz. Um filho pródigo que retornou a casa paterna.
BV._
“ EXTREMOS “
Dor cruel do desencanto Gradativo será meu sucesso
Levem-me daqui para sempre, Pois preciso fixar meu saber,
Afastem-me deste vale sangrento E deixar no caminho trilhado
Ou então não me tirem do ventre. Luz, só luz para o homem viver.
Fizeram-me do barro este corpo E seguir os passos deixados
Cobriram-me com um véu de desejos, Nesta senda que leva ao Pai,
De herança deram-me preconceitos Só agora percebo a riqueza
Sou um refém mendigando alentos. Adquirida por este que vai.
No relento padeço do frio Aos poucos começo a sentir
Já no sol este corpo escurece, Ou ouvir uma voz a clamar,
Quando penso que estou me salvando Filho meu sempre estive aqui
As agruras da vida me enlouquecem. Desperte logo e venha me amar.
Cabisbaixo tropeço nas pedras No teu corpo formado do barro
Vou caindo tornando a descer, Sempre fui um ser inquilino,
Penso que cheguei la no fundo Se não ouvia minha voz tão silente
Decepcionado, o final não se vê. Foi porque não seguistes o destino.
Rastejante agora estou Por usar do teu livre arbítrio
Esgotado de tanto lutar, E querer desafiar minhas leis,
Mas preciso ser um caminhante Auxiliasse na terra a matéria
Para um dia ao meu lar voltar. Mas perdestes o contato com o Rei.
De passagem em passagem resgato Só agora percebes o valor
Sutilmente relembro quem fui, Que possuis neste corpo carnal,
Se agora não tenho a certeza Fostes consciência acima do anjos
É porque esta terra seduz. Te saúdo. Volte ao pedestal.
Tateando aqui e ali Aguardando como todos do lar
Rebusquei memórias passadas, Filho pródigo em busca da paz,
E sensível a uma voz que me diz Sempre estive presente em ti
Subirei novamente a escada. Peço, acorde e venha me amar.
Amém – Amém – Amém!
BV._
BV._
“ EXTREMOS “
Dor cruel do desencanto Gradativo será meu sucesso
Levem-me daqui para sempre, Pois preciso fixar meu saber,
Afastem-me deste vale sangrento E deixar no caminho trilhado
Ou então não me tirem do ventre. Luz, só luz para o homem viver.
Fizeram-me do barro este corpo E seguir os passos deixados
Cobriram-me com um véu de desejos, Nesta senda que leva ao Pai,
De herança deram-me preconceitos Só agora percebo a riqueza
Sou um refém mendigando alentos. Adquirida por este que vai.
No relento padeço do frio Aos poucos começo a sentir
Já no sol este corpo escurece, Ou ouvir uma voz a clamar,
Quando penso que estou me salvando Filho meu sempre estive aqui
As agruras da vida me enlouquecem. Desperte logo e venha me amar.
Cabisbaixo tropeço nas pedras No teu corpo formado do barro
Vou caindo tornando a descer, Sempre fui um ser inquilino,
Penso que cheguei la no fundo Se não ouvia minha voz tão silente
Decepcionado, o final não se vê. Foi porque não seguistes o destino.
Rastejante agora estou Por usar do teu livre arbítrio
Esgotado de tanto lutar, E querer desafiar minhas leis,
Mas preciso ser um caminhante Auxiliasse na terra a matéria
Para um dia ao meu lar voltar. Mas perdestes o contato com o Rei.
De passagem em passagem resgato Só agora percebes o valor
Sutilmente relembro quem fui, Que possuis neste corpo carnal,
Se agora não tenho a certeza Fostes consciência acima do anjos
É porque esta terra seduz. Te saúdo. Volte ao pedestal.
Tateando aqui e ali Aguardando como todos do lar
Rebusquei memórias passadas, Filho pródigo em busca da paz,
E sensível a uma voz que me diz Sempre estive presente em ti
Subirei novamente a escada. Peço, acorde e venha me amar.
Amém – Amém – Amém!
BV._
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