sábado, 11 de outubro de 2014

Poema à minha " Mãe Ledovina".



Comentário ao poema minha "Mãe Ledovina" e em homenagem às mães.

Sê grato a sua mãe porque ela lhe deu sustento e ouça suas palavras pois são para teu próprio bem. Seus conselhos provem do verdadeiro amor.
Vai ao deserto meu filho; observa o filho da cegonha e deixa que fale ao teu coração. Ele leva em suas asas a sua velha mãe, coloca-a em lugar seguro e leva-lhe alimentos. A piedade de um filho para com sua mãe é mais suave que os incensos da Pérsia que se oferecem ao sol; mais deliciosa em verdade, do que os aromas das plantações de especiarias árabes, soprados pelo vento do oeste. Honra tua mãe e seus anos de vida e que seus cabelos brancos sejam tratados com irreverência pois ela velou pelo teu bem estar, trabalhou vida toda pela tua satisfação.
Parabéns, MÃES GUERREIRAS de toda a face da TERRA. Que todas as bandeiras, sejam nossa bandeira, que todas as pátrias sejam nossa pátria, que todo os povos sejam nossos irmãos. Sejamos cidadão(a) cósmico.
Deus os ilumine sempre nesta contenda formadora do caráter de seus filhos. Beijo carinhoso em cada coração materno. Que o Cristo já desperto que em mim habita continue iluminando este que voz escreve e a todas as mães. Graças a vocês a espécie vigora e com o objetivo maior do criador, cresce em consciência -- evoluir. 
"De amore matris Mauris impossibile est cibus qui fit homo".


POEMA “MÃE LEDOVINA”

Minha mãe, minha rainha
Amada Mãe, muito minha,
Quantas vezes me doastes
Bens que você os tinha?

Bens matéria, bens do espírito,
Vivias dias e noites
Lavando roupinhas minhas!

E se chorava, ... gritando
Corrias veloz, ... voando,
Por vezes, em dores e prantos
Mas vinha, vinhas me amar!

Cuidados zelosos, amáveis
Pois sabias muito bem,
Que neste caçula seu
Trazias a cópia do bem!

No teu instinto materno
Protegias com bravura,
Mesmo sofrendo amarguras
Estavas ali para doar.

Amor, bondade, ternura
Ó quantas vezes viestes,
Viestes cantarolá!

O canto que embala os anjos
Em sussurros mântricos, mágicos,
Embalados por teus prantos
Por não poder transmutar.

O choro de um ser renascido
Coberto de carne, sofrido,
Nascido de um ventre, partido
De um parto impossível de gerar.

Sofrestes minutos eternos
Pois sentias nas entranhas um afeto,
Mas não podias “ganhar”!

E em meio a tantos rumores
Partistes em braços sofridos,
Ao encontro do doutor, prometido
Para o teu filho salvar!

Mas não sabias no entanto
Que o ser que estavas a trazer,
Já havia prometido no “além”
Nascer deste jeito e “crescer”.
Crescer humilde e quieto
Escondendo no seu íntimo o “predileto”
Filho do Pai, Redentor!

Para mostrar aos irmãos desta seara
O valor que o SER CRISTÍCO encerra,
Dentro de um corpo nascido da dor.

Ressurgir e brilhar por inteiro
E passar transparente e sem erros,
O esplendor proveniente do Pai.

Transmutar as ofensas em amor
Copiados desta santa Mãe Ledovina, genitora,
E num lar honrado e devoto
Firmar vossas virtudes, Ò SENHOR!

Ò Mãe Ledovina, Santa e bendita
Quero dar-te os louros desta vida,
E leva-la ao céu o Mãe querida
Para junto ao Santo Pai coabitar!

E dizer dos méritos que tens
Por viver humilde mas guerreira,
Só doando amor e alegria
Para aqueles que vinham a chorar!

Agradeço-Te Mãe querida Ledovina
Por ter-me aceito como filho,
Protegendo-me e ensinando-me o caminho
Que me levará de volta ao Santo Lar!

Graças dou ao Santo Pai redentor
E a Santa Mãe Mariáh também,
Ò meu amado mestre JESUS
Conservai-a junta aos ANJOS

Amém – Amém – Amém!

BV._

Nenhum comentário:

Postar um comentário