Comentário ao poema minha "Mãe Ledovina" e em homenagem às mães.
Sê grato a sua mãe porque ela lhe deu sustento e ouça suas palavras pois são para teu próprio bem. Seus conselhos provem do verdadeiro amor.
Vai ao deserto meu filho; observa o filho da cegonha e deixa que fale ao teu coração. Ele leva em suas asas a sua velha mãe, coloca-a em lugar seguro e leva-lhe alimentos. A piedade de um filho para com sua mãe é mais suave que os incensos da Pérsia que se oferecem ao sol; mais deliciosa em verdade, do que os aromas das plantações de especiarias árabes, soprados pelo vento do oeste. Honra tua mãe e seus anos de vida e que seus cabelos brancos sejam tratados com irreverência pois ela velou pelo teu bem estar, trabalhou vida toda pela tua satisfação.
Parabéns, MÃES GUERREIRAS de toda a face da TERRA. Que todas as bandeiras, sejam nossa bandeira, que todas as pátrias sejam nossa pátria, que todo os povos sejam nossos irmãos. Sejamos cidadão(a) cósmico.
Deus os ilumine sempre nesta contenda formadora do caráter de seus filhos. Beijo carinhoso em cada coração materno. Que o Cristo já desperto que em mim habita continue iluminando este que voz escreve e a todas as mães. Graças a vocês a espécie vigora e com o objetivo maior do criador, cresce em consciência -- evoluir.
"De amore matris Mauris impossibile est cibus qui fit homo".
POEMA “MÃE
LEDOVINA”
Minha mãe,
minha rainha
Amada Mãe,
muito minha,
Quantas
vezes me doastes
Bens que
você os tinha?
Bens
matéria, bens do espírito,
Vivias dias
e noites
Lavando
roupinhas minhas!
E se
chorava, ... gritando
Corrias
veloz, ... voando,
Por vezes,
em dores e prantos
Mas vinha,
vinhas me amar!
Cuidados
zelosos, amáveis
Pois sabias
muito bem,
Que neste
caçula seu
Trazias a
cópia do bem!
No teu
instinto materno
Protegias
com bravura,
Mesmo
sofrendo amarguras
Estavas ali
para doar.
Amor,
bondade, ternura
Ó quantas
vezes viestes,
Viestes
cantarolá!
O canto que
embala os anjos
Em sussurros
mântricos, mágicos,
Embalados
por teus prantos
Por não
poder transmutar.
O choro de
um ser renascido
Coberto de
carne, sofrido,
Nascido de
um ventre, partido
De um parto
impossível de gerar.
Sofrestes
minutos eternos
Pois sentias
nas entranhas um afeto,
Mas não
podias “ganhar”!
E em meio a
tantos rumores
Partistes em
braços sofridos,
Ao encontro
do doutor, prometido
Para o teu
filho salvar!
Mas não
sabias no entanto
Que o ser
que estavas a trazer,
Já havia
prometido no “além”
Nascer deste
jeito e “crescer”.
Crescer
humilde e quieto
Escondendo
no seu íntimo o “predileto”
Filho do
Pai, Redentor!
Para mostrar
aos irmãos desta seara
O valor que
o SER CRISTÍCO encerra,
Dentro de um
corpo nascido da dor.
Ressurgir e
brilhar por inteiro
E passar
transparente e sem erros,
O esplendor
proveniente do Pai.
Transmutar as
ofensas em amor
Copiados
desta santa Mãe Ledovina, genitora,
E num lar
honrado e devoto
Firmar
vossas virtudes, Ò SENHOR!
Ò Mãe
Ledovina, Santa e bendita
Quero dar-te
os louros desta vida,
E leva-la ao
céu o Mãe querida
Para junto
ao Santo Pai coabitar!
E dizer dos
méritos que tens
Por viver
humilde mas guerreira,
Só doando
amor e alegria
Para aqueles
que vinham a chorar!
Agradeço-Te
Mãe querida Ledovina
Por ter-me
aceito como filho,
Protegendo-me
e ensinando-me o caminho
Que me
levará de volta ao Santo Lar!
Graças dou
ao Santo Pai redentor
E a Santa
Mãe Mariáh também,
Ò meu amado
mestre JESUS
Conservai-a
junta aos ANJOS
Amém – Amém
– Amém!
BV._
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